12 de dezembro de 2011

Pretinha


Pensamentos perdidos (e baratos) sobre as moças de pele negra.

Sorte sua – e minha, por quê não? – que não sou religioso, pois se tu tens a cor do pecado, eu já estaria com a alma perdida há tempos por adorar o tom de sua pele. Confesso que não crer na salvação ou na danação eterna tem lá suas vantagens. Sua cor chocolate é mais que luxúria. É gula, é vontade de morder, de lamber, de se lambuzar e pedir mais. Quem vai querer o paraíso eterno se o encontra em vida?

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São belos os contrastes entre preto e branco. As teclas do piano, a camisa do Botafogo, os filmes do Chaplin, o Yin-Yang... Mas ainda prefiro você de lingerie branca.

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Muitos associam o negro, ou a escuridão, a coisas ruins. Como pode ser ruim, se tu és tão divina com essa pele negra? Não entendo, e sinceramente, nem quero entender. Eu quero é me perder em seu corpo. Só isso. Viajar na escuridão de sua tez macia, digna da alta realeza das grandes civilizações do continente negro. Viajar e me perder em ti, como um viajante corajoso e desavisado procurando por um tesouro lendário, e viajar em sua pele até encontrar esse tesouro. Tudo o que quero é ter esse tesouro só para mim. Sim, sou romântico ciumento, algum problema?

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Realmente, não tenho pra onde fugir. Se já me seria o suficiente belo o simples fato de ver o sol ser refletido por sua pele negra, ainda tenho a opção de ser hipnotizado pelo seu lindo sorriso. E quem é o louco de fugir disso? Eu não sou.

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